Linha de crédito contempla valores entre R$ 1 mil e R$ 10 milhões e garante cobertura de 80% do valor contratado
Da Redação
O BNDES inicia na próxima segunda-feira (22/8) em uma nova fase de operação o Programa Emergencial de Acesso a Crédito (FGI PEAC). A novidade agora é a inclusão de MEIS e de microempresas. O programa é um fundo de garantia que já contemplava pequenas e médias empresa. De acordo com o banco até o momento 40 instituições financeiras já se habilitaram para operar com a linha de crédito.
O banco explicou que para que uma linha de crédito seja contemplada pela garantia FGI ela deve ser destinada a investimento ou capital de giro, que cubra valores entre R$ 1 mil e R$ 10 milhões, com prazo de pagamento de até 60 meses e carência entre 6 a 12 meses. O programa garante como cobertura 80% do valor contratado.
Os bancos que irão operar a linha deverão limitar a taxa de juros médio de suas carteiras a 1,75% ao mês. Cabendo a estes a responsabilidade na avaliação do uso do FGI como garantia para as operações de crédito contratadas pela empresas. A perspectiva é que até dezembro de 2023 sejam disponibilizados R$ 22 bilhões para os empreendimentos que contemple MEI, micro e pequena e média empresas (MPMEs).
A perspectiva é que priorizando a garantia de crédito para esse segmento, possa estimular a concorrência
Priorizando MEIs e MPEMs o BNDES pretende estimular o mercado financeiro a operar com este segmento. Como as garantias podem comtemplar quem fatura até R$ 300 milhões ao ano, o FGI PEAC aumenta o apetite dos bancos a conceder crédito com condições mais favoráveis aos clientes.
