
Novas emissoras de rádios comunitárias devem operar em breve pelo país. Essa é a expectativa, após o lançamento do último edital sobre o tema, do Ministério da Comunicações, registrar quase 300 interessados nesse modelo de radiodifusão.
O edital, lançado no final do ano passado e encerrado no fim de março, contabilizou 293 cidades interessadas em operar Rádios Comunitárias. Ao todo o documento contemplou 21 estados, entre eles o Amapá, único que não registrou interesse na disputa.
O Nordeste se destaca como a região em que mais cidades registraram interesses em operar Rádios Comunitárias. Foram 112 no total, distribuídas da seguinte forma: no Piauí 25 municípios entraram na disputa por novas emissoras de rádios, na Bahia 24,o Maranhão 18, na Paraíba 16, no Ceará 8, em Alagoas 7, em Pernambuco 6, no Rio Grande do Norte 4 e em Sergipe 4 cidades disputam a concessão por novas emissoras comunitárias.

"A rádio comunitária tem um papel essencial de levar a comunicação local. Esse é o principal ponto da radiodifusão comunitária. É para servir a comunidade. O Ministério das Comunicações publicou três editais de radiodifusões comunitárias, já nos primeiros 100 dias de governo. E já no final de 2023 também, soltou um novo Plano Nacional de Outorgas de rádios comunitárias, o maior da história", afirma o secretário de Comunicação Social Eletrônica do Ministério das Comunicações, Wilson Wellisch.
Nos últimos dois anos (2023/2024), o Ministério das Comunicações autorizou o funcionamento de 206 rádios comunitárias em todo o Brasil. O número representa um aumento de 275% em relação às 55 emissoras autorizadas em 2019 e 2020. Apenas no ano passado, foram concedidas 121 novas autorizações, o maior número de outorgas dos últimos 13 anos.
Redação com Brasil 61
